Torres Vedras

Presidente

Carlos Manuel Antunes Bernardes

Tem 49 anos, reside no Turcifal, concelho de Torres Vedras, e gosta de viajar.

É presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras desde 1 de dezembro de 2015.

É também Embaixador Quality Coast e membro do Comité Consultivo Político da CIVITAS Initiative.

Em setembro de 2016 foi nomeado Embaixador Green Destination para a Europa.

Ao longo do seu percurso, participou, em Portugal e no estrangeiro, em várias conferências, seminários, workshops e cursos relacionados com turismo, ambiente, sustentabilidade e mobilidade, entre outras áreas.

Formação Académica:

  • Doutorado em Turismo, no IGOT/ESHTE, Universidade de Lisboa, em 21 de dezembro de 2015;
  • Pós Graduado em Turismo (CFA), pelo IGOT, Universidade de Lisboa, no ano letivo 2011/2012;
  • Licenciado em Gestão de Empresas Turísticas e Hoteleiras, no Instituto Superior Politécnico do Oeste, em 2011

Experiência Profissional:

  • Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, desde 1 de dezembro de 2015;
  • Vice-Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, de 2005 a 2015;
  • Vereador da Câmara Municipal de Torres Vedras dos Pelouros de Ambiente e Serviços Urbanos, de 2003 a 2005;
  • Vereador do Pelouro do Turismo da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço, de 1997 a 2001;
  • Adjunto e Secretário do Gabinete de Apoio Pessoal ao Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, de 1994 a 1997;
  • Secretário da Junta de Freguesia do Turcifal, de 1989 a 1997;
  • Funcionário Público, desde 1988;
  • Guia Transferista na Empresa Intercentro, Grupo Eurolines, responsável pela linha de Málaga, de 1986 a 1993;

08.03.2017

A Saúde em Torres Vedras está doente. 

Temos de a curar!

Não é novidade que os bons cuidados de saúde representam, na maioria dos casos, a diferença entre a vida e a morte. Daí que devamos pugnar energicamente por melhores cuidados médicos e rejeitar quaisquer linhas de raciocínio em que o fator económico-financeiro tenha um peso determinante nas opções a tomar. Que fique muito claro que esta é a nossa posição, independentemente do poder político estabelecido. 

Como se sabe, a responsabilidade autárquica é bastante limitada. Contudo, dentro das possibilidades, a autarquia tem-se disponibilizado para parceira da administração local, também na área da Saúde.

Entre os exemplos desta política, podemos referir a nova Unidade de Saúde Familiar de Silveira, a funcionar no edifício da sede da Junta de Freguesia, com um investimento de perto de 200 mil euros, entre a Junta e a Câmara, que servirá cerca de 9 mil utentes.

Também a Autarquia já foi ressarcida do investimento efetuado na Unidade de Cuidados de Saúde de A dos Cunhados, de acordo com os compromissos assumidos.

Já no mês de fevereiro, foi assinada a minuta do contrato-programa com o Ministério da Saúde, com vista à requalificação e ampliação da Unidade de Saúde Familiar da Ventosa, através de uma candidatura ao Programa Operacional da Região Centro e que orça em 678 mil euros, com comparticipação de 85% de fundos comunitários. Prevê-se a conclusão da obra em novembro de 2018.

Não são de hoje as reclamações sobre o deficiente serviço prestado pelo Centro Hospitalar do Oeste, designadamente, o seu pólo de Torres Vedras. Reclamações que não incidem sobre os profissionais de saúde que ali prestam serviço, em muitos casos em condições de extrema deficiência. É uma situação que não pode prolongar-se por mais tempo e a Autarquia está disposta a usar os recursos ao seu alcance para que, de uma vez por todas, a situação do Hospital de Torres Vedras se resolva. O envolvimento dos profissionais de saúde e dos torrienses em geral é condição fundamental para a solução a encontrar.

O Diagnóstico e Plano de Desenvolvimento Social e de Saúde e a Agenda 2030 apontam a área da Saúde com grandes debilidades, nomeadamente  no que ao Serviço Nacional de Saúde diz respeito.

Neste sentido, a Câmara Municipal organizou, durante o mês de fevereiro, o Fórum da Saúde, subordinado ao tema “O acesso à saúde: o estado dos serviços públicos”. Em duas sessões foram abordadas áreas de transcendente interesse para a saúde dos torrienses, como o presente e o futuro do hospital, bem como a prestação dos cuidados de saúde primários. A participação foi demonstrativa do interesse das pessoas e as conclusões mais detalhadas, serão brevemente disponibilizadas.

Estamos, pois, totalmente empenhados em encontrar soluções definitivas e consolidadas para a Saúde no nosso concelho.