Torres Vedras

Torres Vedras participa nas novas parcerias europeias da Agenda Urbana para a UE

13.01.2017

No início de 2017 arrancam mais 4 parcerias no âmbito da Agenda Urbana para a União Europeia, para além das 4 parcerias-piloto criadas em 2016. Em todas estas parcerias participarão três cidades portuguesas: Lisboa, Porto e Torres Vedras.

Estas participações adicionam-se à do Alto Comissariado para as Migrações na parceria Inclusão de migrantes e refugiados e de Lisboa na parceria Habitação, representando uma participação expressiva de entidades portuguesas nos trabalhos da Agenda Urbana para a União Europeia. 
 

Aderiram às novas parcerias as cidades:

 

|   Lisboa em Transição digital,
     Coordenada por Estónia, Sófia (Bulgária) e Oulu (Finlândia)


|   Porto em Emprego e competências,
     Coordenada por Roménia, Roterdão (Holanda) e Jelgava (Letónia)


|   Porto em Economia circular,
     Coordenada por Oslo (Noruega)


|   Torres Vedras em Mobilidade urbana,
     Coordenada pela República Checa e Karlsruhe (Alemanha)
 

 

Estas parcerias voluntárias reúnem Estados, Cidades, organizações da Comissão Europeia, instituições europeias e organizações não governamentais com o objetivo de estabelecer um Plano de Ação para cada um dos 12 Temas Prioritários acordados:

  • Pobreza urbana
  • Qualidade do ar
  • Economia circular
  • Transição digital
  • Habitação
  • Inclusão de migrantes e refugiados
  • Emprego e competências
  • Mobilidade urbana
  • Transição energética
  • Adaptação climática
  • Uso sustentável do solo e soluções baseadas na natureza
  • Contratação pública responsável e inovadora 

 

Estes Planos de Ação deverão contribuir para a melhoria da conceção e aplicação das políticas da União Europeia no que respeita ao Desenvolvimento Urbano, com base  em três pilares:

  • Melhor regulação: considerando os impactos locais e a dimensão urbana da legislação comunitária, antecipando as dificuldades de implementação;  
  • Melhor financiamento: melhorando a acessibilidade, a coordenação e a simplificação dos fundos comunitários disponíveis para as autoridades urbanas;
  • Melhor conhecimento: reforçando a capacidade de inovação urbana, a base de conhecimentos de política urbana e a cooperação e partilha de boas práticas.

 

No decurso de 2017, espera-se que os remanescentes 4 temas prioritários vejam novas parcerias constituídas. 

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