Torres Vedras

Agenda

"A Trio Sonata Barroca em diálogo com a Palavra"

1 de novembro de 2020 | domingo | 16h00 às 16h45

Música

Local: Igreja de Nossa Senhora da Graça, Torres Vedras

Uma autêntica "dança" entre a música e a palavra num só momento. O ensemble barroco Alma Veteras, apresenta composições de Corelli, Telemann e Vivaldi, dialogando com textos universalmente consagrados pela literatura, aqui declamados pelo actor Paulo Oom.

Um derradeiro e intenso diálogo entre os afectos, os sentimentos e as cores dos andamentos da sonata barroca e a força da palavra declamada. Um concerto cheio de texturas e sombras bastante diversas, numa autêntica viagem pelos sentidos! 

Ensemble Barroco "Alma Veteras" 
(agrupamento residente do Festival de Música Antiga de Torres Vedras)

O Agrupamento barroco Alma Veteras é formado por músicos profissionais com formação académica em música antiga, desenvolvendo projetos artísticos ligados à música barroca europeia. Igualmente desenvolvem atividade docente em escolas de ensino artístico de reconhecido mérito, como o Conservatório Nacional de Lisboa, Instituto Gregoriano de Lisboa e Escola de Música Luís António Maldonado Rodrigues. 

Através de uma prática musical historicamente informada, este agrupamento, que teve a sua origem no I Festival de Música Antiga de Torres Vedras em 2019, apresenta-se como quarteto, e dedica-se ao estudo e divulgação da música dos séculos XVII e XVIII das principais catedrais e cortes europeias. 

Adotando uma atitude de proximidade do público, o agrupamento Alma Veteras, propõe novos formatos em concerto, onde a música dialogue com outras artes e outras realidades, sempre com a especial preocupação de formação de públicos. 

Zófia Pajak, Violino I
Marcos Lázaro, Violino II
Vânia Moreira, Violoncelo
Daniel Oliveira, Cravo e direção

 

Paulo Oom, Ator/Narrador

Ator e encenador, foi um dos fundadores do Grupo Teatroesfera, com o qual abriu em 2001 o primeiro Teatro do século XXI em Portugal: o Espaço Teatroesfera; neste grupo, a que se dedicou entre 1998 e 2006, para além dos trabalhos como ator, também escreveu textos dramáticos, traduziu, adaptou, encenou, fez cenários, figurinos e música para diversos espetáculos. 

Estreou-se como ator profissional em 1984, no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian pela mão de Fernanda Lapa, tendo trabalhado posteriormente no Teatro Nacional D. Maria II, A Barraca, Teatro Aberto, Teatro da Cornucópia, Teatro São Luís e Teatro da Trindade, com encenadores como João Lourenço, Helmut Reinke, Ruy de Matos, Hélder Costa, Carlos Avilez, Fernando Gomes, José Carretas, José Wallenstein, Stephan Stroux, Fernando Heitor, Paula Sousa, João Lagarto, Almeno Gonçalves e Jorge Fraga. 

Presença irregular em programas, peças de teatro, séries, telenovelas e filmes para televisão; podem, no entanto, destacar-se a Sitcom "Não há 2 sem 3", a minissérie "A Viúva do Enforcado" e a novela "Doce Fugitiva" onde fez o personagem Américo Rodrigues. 

Também trabalha regularmente como ator e diretor de dobragens em filmes e séries, de onde se pode destacar a sua participação nos filmes do Shrek, onde deu voz ao Gato das Botas; em Portugal, Paulo Oom é a voz aprovada pela Warner para o Bugs Bunny. 

O Pai foi o último espetáculo teatral em que participou e esteve em cena no Teatro Aberto. Depois da participação na telenovela da TVI "A Outra", onde desempenhou o papel de Jorge Sousa Lima, participou na novela juvenil "Lua Vermelha" na SIC. Também pertenceu aos tradutores da canção nosso arco-íris no filme Os Marretas em 2011.

Reserva de Lugares: 261 320 760 | cultura@cm-tvedras.pt 
Nota: Este concerto será transmitido na página de Facebook e canal de Youtube da Câmara Municipal de Torres Vedras.


Atividade Gratuita


Lotação: 70

Integrado em II Festival de Música Antiga de Torres Vedras. Outras datas:

O Festival de Música Antiga de Torres Vedras apresenta-se novamente como um importante evento "fora de sítio", aliando o imponente património histórico do concelho à música renascentista e barroca.

Revitalizando o património histórico, este festival constitui uma excelente oportunidade de levar música às comunidades, dialogando com as mesmas, num forte sentido de convergência e de familiaridade, unindo o passado e o presente, a música e a palavra, o clássico e o étnico, contribuindo para uma oferta cultural de qualidade, mas também que seja inovadora e aberta.

Recriando cores sonoras e práticas musicais históricas, esta edição privilegia a música europeia dos séculos XVI, XVII e XVIII, trazendo músicos e agrupamentos já consagrados em Festivais de música antiga, quer em Portugal, quer no estrangeiro, apresentando formatos inovadores e criativos, próximos do público, que é devidamente sensibilizado e contextualizado .

Não esquecendo a área pedagógica, haverá uma interessante oficina de improvisação barroca, dedicada a alunos de escolas de música que aqui podem contactar com as práticas musicais mais típicas do barroco.

Nesta 2ª edição, tão singular devido às condicionantes da atual pandemia, os concertos serão apresentados presencialmente, de acordo com as normas de segurança sanitária em vigor, bem como serão também transmitidos online. Ainda com as atuais restrições, esta continua a ser uma oferta cultural de todos e para todos, bem como um contributo para uma sociedade mais sensível, informada, dinâmica e unida.

Direção Artística: Daniel Oliveira
Parceiros institucionais: Paróquias e juntas de freguesia envolventes; Escola de Música Luís Antonio Maldonado Rodrigues




Última atualização: 13.10.2020 - 12:56 horas
voltar ao topo ↑