Torres Vedras

Birdwatching um olhar sobre as aves

01.09.2014

Cegonha Branca

Qualquer que seja a sua opção de escolha para observação, aproveite para descontrair, para contemplar os locais por onde passa e toda a beleza que o rodeia.
Respire a natureza... e tenha um bom passeio!

Nesta edição da revista Torres Vedras sugerimos um roteiro diferente...

No concelho de Torres Vedras existem observatórios de aves que permitem ao visitante descobrir e identificar várias espécies de aves e desfrutar da riqueza do património natural e cultural da região.

Estes observatórios, localizados na Serra do Socorro, na Quinta do Manjapão, em Paúl, em Casalinhos da Alfaiata e na Foz do Sizandro, permitem observar facilmente aves de diferentes espécies associadas às características de cada local.

Escolha o seu observatório, faça silêncio e mantenha a atenção. A tolerância das aves à presença humana varia de espécie para espécie e da época do ano em que nos encontramos. Deverá manter sempre uma certa distância das aves e ninhos que observa para evitar alterações no seu comportamento. Aconselha-se o uso de binóculos…

Coordenadas GPS dos locais dos observatórios:

  • Serra do Socorro - 39º 1’ 3.03”   N / 9º 13’ 36.05” O
  • Serra do Socorro - 39º 1’ 7.48”   N / 9º 13’ 54.50” O
  • Quinta do Manjapão - 39º 2’ 8.81”   N / 9º 14’ 57.18” O
  • Paúl - 39º 6’ 15.89” N / 9º 16’ 45.42” O
  • Casalinhos de Alfaiata - 39º 5’ 40.52” N / 9º 20’ 43.57” O
  • Foz do Sizandro - 39º 6’ 22.41” N / 9º 23’ 48.26” O

Águia de asa redonda

Buteo buteo

Em adulta mede entre 50 e 55 cm e pode ter uma envergadura de cerca de 1,20 metros.
Ave de cabeça arredondada, asas largas e cauda curta, tem plumagem de coloração variável entre o escuro e o claro, uma barra clara na parte inferior do peito e cauda branco sujo listrada de cinzento. Da sua alimentação fazem parte todo o género de pequenos roedores, aves mais pequenas e carcaças de animais mortos

Cegonha-branca

Ciconia ciconia

Ave de cor branca e preta, bico vermelho e patas compridas. Têm cerca de 1 metro de altura.
São animais migratórios e monogâmicos. As cegonhas não têm faringe e por isso não emitem sons vocais, emitem sons batendo com o bico, actividade a que se dá o nome de gloterar.
Vivem em campos abertos, margens de lagos e lagoas, zonas pantanosas, prados húmidos, várzeas, cidades e pastagens.

Garça-branca-pequena

Egretta garzetta

Ave aquática de silhueta esguia, tamanho médio com longo pescoço em forma de S [encolhido quando voa], bico e patas pretas, mas dedos amarelos, plumagem totalmente branca, desloca-se lentamente nas margens de um açude ou de um estuário.

Pato-real

Anas platyrhynchos

Cabeça "verde-garrafa" e anel branco no pescoço [no caso dos machos adultos].
O dorso e o ventre são acinzentados e o peito é castanho-escuro. O espelho alar é azul e o bico é amarelo. As fêmeas tem um padrão de plumagem, em tons de castanho. Ocupa praticamente todo o tipo de habitats aquáticos, preferindo zonas de águas pouco profundas, lagoas costeiras, barragens, açudes e valas de rega até ribeiras, rios, pauis, arrozais, ETAR’s, parques urbanos...

Trigueirão

Emberiza calandra

Totalmente castanho, o trigueirão distingue-se pelo bico grosso, pelas riscas no peito, pelas patas rosadas e, acima de tudo pelo seu canto. Esta espécie pousa frequentemente em postes e fios telefónicos, deixando-se por isso observar relativamente bem.

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